sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

PALESTRA: NOSSO PEQUENO PÁLIDO PONTO AZUL

Realizamos essa palestra na cidade de Carira-SE, na quarta-feira, dentro das atividades comemorativas da Semana da Astronomia. Na cidade, tanto a comunidade em geral quanto os alunos e demais funcionários do Colégio Estadual Artur Fortes, foram convidados e compareceram em massa, movidos pela expectativa e curiosidade de conhecer sobre o assunto e de ter a primeira oportunidade de observar o céu através de um telescópio. Na palestra, foi abordado a perspectiva de dimensões entre a Terra e demais corpos celestes do nosso sistema solar e outras estrelas conhecidas. O conteúdo foi baseado na obra "O Pequeno Pálido Ponto Azul", do saudoso e genial astrônomo Carl Sagan, nosso mestre inspirador. Após a palestra, abrimos espaço para perguntas dos expectadores. Só lamentamos que a atividade de observação do céu não deu para ocorrer, em função do mau tempo no local do evento. Para essa finalidade, deveremos retornar outro dia para realizá-la. Agradecemos ao professor Gladston e a direção do colégio pelo convite e oportunidade de divulgar essa maravilhosa ciência, que é a Astronomia. E como dizia o próprio Sagan, devemos fazer isto porque "a ciência é uma vela acesa na escuridão". Então vamos acender velas e clarear nossa visão do horizonte visível e do que está além.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Finalmente Matéria Escura?

Astrônomos detectaram um sinal vindo do céu no espectro de raios X que é compatível com a proposta de algumas teorias sobre os sinais que seriam emitidos pelas partículas formadoras da matéria escura. O sinal é compatível com a assinatura que seria gerada por áxions, uma das muitas partículas hipotéticas propostas como sendo as constituintes da matéria escura. Embora os astrônomos acreditem que a matéria escura represente 85% da matéria do Universo, ela não é diretamente observável, e sua existência é proposta com base na atração gravitacional que mantém as galáxias coesas - algo que a matéria das estrelas e planetas e demais corpos celestes não seria suficiente para gerar. Existem dezenas de propostas de partículas hipotéticas, cada uma com suas próprias características, que poderiam ser as constituintes da matéria escura - além dos áxions, as mais faladas são os neutrinos estéreis e as WIMPS. Há poucos dias foi detectada uma outra partícula, chamada bulbulon, que veio se somar a essa lista. George Fraser e seus colegas da Universidade de Leicester detectaram os sinais reavaliando praticamente todos os dados coletados até agora pelo telescópio XMM-Newton, que está há quase 15 anos no espaço. "O fundo de raios X - o céu, depois que as fontes brilhantes de raios X são removidas - parece igual para onde quer que você olhe. Entretanto, nós descobrimos um sinal sazonal nesse fundo de raios X que não tem uma explicação convencional, mas é consistente com a descoberta dos áxions," disse o professor Andy Read, membro da equipe. "Parece plausível que os áxions - candidatos a partículas da matéria escura - sejam de fato produzidos no núcleo do Sol e efetivamente sejam convertidos em raios X no campo magnético da Terra," teorizam os pesquisadores em seu artigo. Com tantas propostas diferentes para tentar explicar a matéria escura - o que inclui sabores misturados e evaporação quântica - não é de admirar que os resultados tenham sido recebidos com certo ceticismo pela comunidade científica - a expressão chave parece ser "se for confirmado". Contudo, como todas as propostas de observação - e confirmação - da matéria escura até hoje falharam, há agora pelo menos um sinal de esperança na agenda dos astrofísicos. Extraido de: http://www.inovacaotecnologica.com.br em 23 out 2014.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Excursão Solidária

Na tarde da sexta-feira 5, alunos do 1º Ano A do Ensino Médio do Colégio Estadual General Calazans realizaram uma excursão pedagógica à serra do Besouro, nos arredores da cidade, acompanhados dos professores Nilson (Geografia) e Luciano (Biologia), para um trabalho interdisciplinar explorando conceitos de geologia e biologia. Também fazia parte da excursão uma visita ao lixão municipal que fica no sopé da serra, onde existem seis famílias de catadores de lixo que sobrevivem dos resíduos que coletam para vender como material de reciclagem. Na ocasião, os alunos arrecadaram alimentos e montaram várias cestas com produtos para serem doados aos catadores locais. Vejam algumas fotos da nossa atividade.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

ENCONTRADA VIDA NO ESPAÇO!!!

Traços de plâncton e outros micro-organismos foram encontrados vivendo no exterior da Estação Espacial Internacional, de acordo com autoridades espaciais russas. A questão é: como eles foram parar lá? Ou, melhor, como eles sobreviveram ao passeio? Segundo os especialistas, o plâncton não foi dar uma voltinha no espaço no lançamento da nave, pois simplesmente não existem plânctons de onde os módulos russos da estação foram lançados – a teoria mais forte até agora é que eles tenham sido soprados por correntes de ar na Terra. Incrivelmente, os minúsculos organismos foram capazes de sobreviver no vácuo do espaço, apesar das baixas temperaturas, da falta de oxigênio e da radiação cósmica. A descoberta foi feita durante uma caminhada espacial de rotina pelos cosmonautas russos Olek Artemyez e Alexander Skvortsov, que estavam lançando nanosatélites no espaço. Após os lançamentos, eles usaram lenços para polir a superfície das janelas – também conhecidas como iluminadores – no segmento russo da estação quando decidiram analisar a sujeira que estava lá. Surpreendentemente, encontraram a presença de plâncton e outros micro-organismos usando equipamentos de alta precisão. “Os resultados são absolutamente únicos”, afirma o chefe da missão orbital russa, Vladimir Solovyev. “Vamos encontrar vida no espaço neste século”, afirma pesquisador “Nós encontramos vestígios de plâncton marinho e partículas microscópicas na superfície do iluminador. Isso deve ser estudado”, sugere. O plâncton não é natural de Baikonur, no Cazaquistão, de onde os módulos russos da estação decolaram. Solovyev não está absolutamente certo como essas partículas microscópicas podem ter aparecido na superfície da estação espacial. Ele acha que eles podem ter sido “elevados” até a estação, a uma altitude de 420 quilômetros. “Plâncton nestes estágios de desenvolvimento podem ser encontrados na superfície dos oceanos. Isso não é típico de Baikonur. Isso significa que existem algumas correntes de ar que chegam à estação e se instalam em sua superfície”, sugere. A Nasa ainda não comentou se resultados semelhantes foram encontrados no passado. Fonte: extraido do site hypescience.com em 22 ago 2014.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

SEMANA DA ASTRONOMIA

Realizamos, com muito sucesso e centenas de visitantes, de 04 a 08 de agosto a Semana de Astronomia na biblioteca municipal de Nsa. Sra. das Dores-SE. Queremos agradecer imensamente a Ari Pereira e Jailton (lobinho)pela oportunidade que nos deram em compartilhar esse momento de divulgação dessa maravilhosa ciência, com estudantes de diversas escolas e demais pessoas interessadas no assunto. Durante toda a semana, fizemos exposição das imagens "paisagens cósmicas", herança do Ano Internacional da Astronomia (2009), fizemos explanações, tiramos dúvidas dos visitantes e realizamos observações da nossa lua e de palentas visíveis, como Saturno e Marte. Para finalizar as atividades, recebemos com muita alegria a visita de uma senhora de 89 anos, que desejava olhar pelo telescópio, como a realização de um sonho de criança. Ao olhar e ver detalhes da superfície lunar e as belezas de Saturno, ela ficou emocionada e não conteve as lágrimas. Chorou de emoção e agradeceu imensamente por aquele momento. Ficamos todos super honrados e gratificados por tudo que já fizemos até aquele momento, em prol da Astronomia. Que outras oportunidades como aquela apareçam e que possamos continuar com o nosso trabalho. Obrigado a todos que participaram. Até a próxima.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

2012: QUASE ACONTECEU!!!

Em 2012, uma erupção solar provocou uma poderosa tempestade que passou perto da Terra, mas que era grande o suficiente para "devolver a civilização moderna ao século 18", informou a Nasa. O fenômeno, que passou perto da órbita terrestre em 23 de julho de 2012, foi a tempestade mais poderosa dos últimos 150 anos, segundo comunicado publicado no site da agência espacial americana na quarta-feira. Na Terra, no entanto, ninguém se deu conta disso. "Se a erupção tivesse acontecido uma semana antes, a Terra teria ficado na trajetória", disse Daniel Baker, professor de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado. Ao invés disso, a tempestade impactou a nave espacial STEREO-A spacecraft, um observatório solar equipado 'para medir parâmetros de eventos deste tipo', acrescentou a agência. Segundo dados analisados por cientistas, a tempestade teria sido comparável à última conhecida com o nome de Carrington e que aconteceu em 1859. Também teria sido duas vezes mais forte que a tempestade solar que deixou sem energia a província de Quebec, no Canadá, em 1989. Erupção solar pode ter enviado bilhões de partículas à Terra, diz Nasa. "Com os últimos estudos, me convenci ainda mais de que os habitantes da Terra são incrivelmente sortudos por essa erupção de 2012 ter ocorrido como foi", disse Baker. Fonte: G1 Ciência e Saúde. Acesso em 20 jul 2014.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

PISAMOS NA LUA

Vale a pena lembrar que neste domingo, dia 20, completou 45 anos que astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua. A agência espacial americana, a Nasa, aproveitou a data comemorativa para divulgar que, atualmente, os primeiros humanos que pisarão no solo vermelho de Marte "caminham hoje sobre a Terra". Em 20 de julho de 1969 mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo, a maior audiência televisiva da história até então, observaram as imagens em branco e preto dos astronautas Neil Armstrong e Edwin Aldrin se movimentando, lentamente, no Mar de Tranquilidade. "Hoje nos encontramos em um novo horizonte, prontos para o próximo salto mais profundo no Sistema Solar", afirmou a agência em seu site dedicado ao que foi a maior proeza do programa Apollo. Em 25 de maio de 1961, em uma "mensagem especial ao Congresso sobre as necessidades nacionais urgentes" o então presidente John F. Kennedy afirmou que os EUA deveriam se colocar como meta "levar um homem à Lua e trazê-lo a salvo à Terra" antes do fim da década. Em apenas oito anos a meta que os cientistas e sonhadores tinham explorado durante décadas foi alcançada: a chance de observar a Terra de um solo distante. Em agosto de 2010, o presidente Barack Obama descreveu sua esperança na exploração espacial em um discurso no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, prevendo o envio de astronautas a um asteroide até 2020, e uma viagem de ida a Marte e volta à Terra no início da década de 2030. Quem viver, verá.